terça-feira, 17 de julho de 2018

Depois de você - Jojo Moyes



Título: Depois de você
Autor: Jojo Moyes
Editora: Intrínseca
Ano: 2015
Número de páginas: 285

“Depois de você” é a tão aguardada sequência do fenômeno “Como eu era antes de você” que narra os acontecimentos da vida de Louisa Clarck depois da morte de Will Traynor.
Neste livro nos deparamos com uma Lou completamente diferente da que conhecemos em Como eu era antes de você. Depois de passar meses viajando após o falecimento de Will, trabalhado em um bar na França e conhecido inúmeras pessoas, Louisa está de volta a Londres. Trabalhando em um bar de um aeroporto, onde se vê a todo instante observando outras pessoas voarem para outros lugares, enquanto ela se sente enraizada no mesmo lugar; seu apartamento ainda não apresenta traços de que realmente more ali, não sabe como continuar sua vida em meio a dor do luto por ter perdido o seu grande amor.
Em uma noite depois de ter bebido um pouco, Louisa vai para o terraço de seu apartamento e anda precariamente pela bordas de proteção até que a voz de alguém faz com que ela caia e despenque alguns andares abaixo. Seu acidente faz com que toda sua família acredite que ela tentou cometer suicídio e que não está bem.
Depois de se recuperar na casa de seus pais Lou volta para Londres e é quando sua vida fica ainda mais complicada que ela esperava. Uma garota chamada Lily aparece em sua porta e se diz filha de Will Traynor.
Confirmada a história da garota Clarck se sente na “obrigação” de ajudá-la a encontrar a família de seu pai e é quando os problemas começam realmente a vir à tona.
Seria capaz de ajudar Lily? Superar o luto e encontrar um novo amor em seu paramédico salvador, Sam da ambulância?
Confesso que protelei (até demais) na leitura deste livro por dois anos, pois não sabia como iria lidar com a história sem Will, mas terminada a leitura senti que a autora fez um bom trabalho ao mostrar o que aconteceu depois do final em que inúmeras pessoas desidrataram por conta das lágrimas (fui uma delas kkk). Acredito que todo leitor, ao ler a última página de um livro, seja ele qual for, começa a se questionar sobre o que aconteceu com os personagens. Será que foram mesmo felizes? Isso foi o suficiente para modificar uma vida?
Sei também que o livro recebeu diversas críticas, e compreendo, cada um tem seu ponto de vista sobre tudo. Como dizem por aí: “tudo é relativo”. Obviamente, o livro tem seus pontos negativos, mas ainda assim, foi bom rever Louisa.
Espero que leiam e que possam dar sua opinião sobre a continuação de Como eu era antes de você.
Por Íris Constantino

Frase destacada durante a leitura:
“Às vezes o simples ato de enfrentar cada dia exige uma força sobre-humana”




segunda-feira, 9 de julho de 2018

O Reino da vozes que não se calam - Carolina Munhóz e Sophia Abrahão




Título: O Reino das vozes que não se calam
Autor: Carolina Munhóz e Sophia Abrahão
Editora: Fantástica Rocco
Ano: 2014
Número de páginas: 285

Sophie é uma garota magra demais e ruiva que enfrenta os constantes atos de bullyng juntamente por esses motivos, ainda assim mantém uma amizade firme com a garota mais popular da escola, Anna. Apesar das diferenças gritantes a ruiva e a morena se davam muito bem, até que em uma festa Anna armou para que um garoto “ficasse” com Sophie. Assim que soube da atitude da garota,  a ruiva sentiu-se traída e mais do que nunca quis fugir desse mundo que não a aceitava, e é quando as coisas começam a mudar.
Naquela noite de sábado, depois de chorar por horas (as pessoas choram demais nesse livro) Sophie é “sugada” para outra dimensão. A garota acorda em uma floresta composta por árvores de caules negros e folhas douradas, lindas flores cantantes que sussurravam melodias harmoniosas; seguindo a pequena trilha nossa protagonista chega ao topo de uma montanha e lá encontra o enorme condor que lhe dá uma carona até o castelo magnífico em que inúmeras pessoas que pareciam estar reunidas a sua espera. É com incredulidade que Sophie descobre que é princesa daquele povo, os Tirus, e de todo o Reino; a garota era neta da Rainha Ny que havia reencarnado no mundo dos humanos que era sua obrigação suceder sua avó.
Ao acordar a dúvida de que tudo não passava de um sonho não saía de sua cabeça. Tentou retomar sua vida da melhor forma possível, as fofocas da festa ainda rolavam soltas em toda a escola, o rumor da briga entre ela e Anna se espalhou como fumaça e, se não bastasse isso, sua magreza agora era maior alvo dos comentários maldosos, muitos afirmavam que ela estava com anorexia.
Odiando tudo aquilo, afastou-se ainda mais das pessoas, através de grosserias e atitudes arrogantes, o que só trouxe mais problemas em sua vida na Terra.  E no Reino, ela sabia que não era só um sonho, se via incumbida de desvendar as cartas dos Amantes, do Louco e da Morte, para que assim pudesse reinar sobre os Tirus.
A vida dupla a esgotava e a falta de progresso nas duas a esgotavam e lhe davam uma aparência doentia que logo foi percebida por mais pessoas e é quando os tratamentos com psicólogos e psiquiatras se inicia. Acreditando que o único modo de ser feliz com os Tirus seja dormir eternamente, Sophie toma diversos comprimidos depressivos em uma tentativa de suicídio. Sua atitude, mal sucedida, não afeta somente sua família e seu “amigo” recém adquirido Léo, mas também aos Tirus, energia negra ao Reino, e as vozes se calam.
Cabe a Sophie desvendar o que estava errado para poder equilibrar a sua vida e assim purificar o Reino da energia negra que se alastrava ao redor daquelas criatura tão puras.
Achei que faltou algo para me fazer engatar a leitura do livro, senti vontade de largá-lo inúmeras vezes em algumas cenas e diálogos, a protagonista não conseguiu me cativar de modo algum (um pouco mimada e revoltada demais para o meu gosto); admiro muito a todos que leram e realmente gostaram.

Por Íris Constantino

quarta-feira, 30 de maio de 2018

O menino do pijama listrado - John Boyne



Título: O menino do pijama listrado
Autor: John Boyne
Ilustrações: Oliver Jeffers
Editora: Seguinte
Ano: 2016
Número de páginas: 319

O menino do pijama listrado, de John Boyne, além de nos remeter a um dos períodos mais sangrentos da história da humanidade, a Segunda Guerra Mundial, nos faz viajar por um mundo puro e inocente de uma criança.

A obra conta a história de Bruno, um menino de 9 anos que em um dia ao chegar a sua casa encontra a empregada arrumando suas malas para uma mudança que afetaria toda a sua vida, ele teria que se despedir dos seus melhores amigos para sempre e acompanhar o pai, juntamente com sua mãe e irmã, para “Haja-Vista”. Durante muito tempo Bruno achou que estivesse completamente sozinho até que em um dia, olhando de sua janela, percebeu um grupo de pessoas de pijamas listrados.
Bruno decide explorar o lugar, assim como fazia em sua casa em Berlim, e encontra um menino magro de pijama listrado do outro lado da cerca que se chamava Shmuel. Os dois tornam-se amigos e, aos poucos os dois notam as diferenças entre e si e, mesmo assim, durante um ano permanecem amigos, ainda quem ninguém possa saber. A vida em “Haja-Vista” prosseguiu com seus altos e baixos, idas e vindas de soldados subordinados do pai de Bruno, até que a mãe e o pai decidiram que aquele lugar, tão próximo ao "campo", não era um bom lugar para se criar os filhos.
Um dia antes de voltar a Berlim e deixar seu melhor amigo para sempre, Bruno e Shmuel planejam um modo para que o garoto entre no lado da cerca onde viviam as pessoas de pijama listrado. Shmuel rouba um pijama como o seu para Bruno e, como o garoto havia raspado a cabeça por conta dos polhos, ficou extremamente parecido com as crianças tristes do outro lado da cerca.
 Chegando lá, as coisas não dão muito certo, a procura pelo pai de Shmuel que havia desparecido não surte efeito e quando Bruno se preparava para partir daquele lugar assustador assim tão de perto, os garotos são levados para marchar na chuva para um lugar fechado juntamente com os outros judeus. 
Depois desse dia Bruno nunca mais foi visto, apenas as roupas que usava quando vestiu o pijama foram encontradas.
Confesso que chorei durante a leitura, mas o modo de escrita do autor é lindo. Simples e ainda assim tocante. Tenho certeza que nunca serei capaz de ver a adaptação do livro para o cinema sem que inunde o recinto. 
Espero que vocês também possam se emocionar nesta leitura.

Por Íris Constantino

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Uma longa jornada - Nicholas Sparks



Título: Uma longa jornada
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Arqueiro
Ano: 2014
Número de páginas: 288

“Nós partilhamos a mais longa jornada, essa coisa chamada vida”

Em seus 91 anos de idade Ira Levinson não previra o que poderia lhe acontecer naquele sábado, e mais problemas de saúde que gostaria de contar sofre um terrível acidente de carro. Enquanto luta para se manter acordado e esperar que alguém o resgate, a imagem trêmula da mulher que amou durante toda sua vida surge diante de seus olhos.  Mesmo sabendo que Ruth, sua esposa, não estava verdadeiramente ali, ela havia morrido a nove anos, Ira agradece por aquele bálsamo e relembra os momentos que mais importantes de suas vidas: os dias em que se conheceram na juventude, os problemas causados pela Segunda Guerra Mundial, o casamento e a paixão dos dois pela arte.
Não muito longe de onde Ira se encontra, quatro meses antes, Sophia Danko aceita ir a um rodeio com sua amiga Marcia. Lá acaba sendo importunada por seu ex-namorado e é neste momento em que conhece Luke Collins, seu salvador, um caubói que acabou de vencer a competição do rodeio em que estava.  Os dois começam a conversar, percebendo de cara o quanto era fácil e simples estarem juntos. Enquanto Sofia se esforçava para terminar seu curso de História da Arte, Luke se esforçava para que a mãe não perdesse a fazenda em que moravam e trabalhavam.
Cada capítulo trás a perspectiva de um dos personagens e, apesar de serem casais de duas gerações diferentes, percebemos a força que o verdadeiro amor pode exercer sobre as maiores dificuldades da vida.
Uma longa jornada, de Nicholas Sparks, é um daqueles livros em que começamos, já sabendo o final, mas que não conseguimos parar de ler até a última página.
Por Íris Constantino
Frases destacadas durante a leitura:
“Acho que as pessoas tendem a pôr seus primeiros amores em pedestais”.
“A questão é que as pessoas nunca entendem que nada é exatamente como pensam que será”.
“Entendo que o amor e a tragédia andam de mãos dadas, porque não podem existir sozinhos, mas ainda assim me pergunto se a troca é justa”.

Conheça outros livros do autor:
O melhor de mim
Um porto seguro
Diário de uma paixão

terça-feira, 15 de maio de 2018

Quem é você, Alasca? - John Green



Título: Quem é você, Alasca?
Autor: John Green
Editora: Intrínseca 
Ano: 2014
Número de páginas: 188

ATENÇÃO: CONTÉM SPOILER

            Quem é você, Alasca?, é o primeiro livro publicado pelo autor best seller John Green, nele encontramos o, absolutamente comum, Miles Halter. Miles vive em uma pequena cidade da Flórida da qual não se arrepende em nada de deixar para trás ao ir em busca de seu "GRANDE TALVEZ" na escola interna Culver Creek, no Alabama.
           É nesta escola que nosso protagonista, enfim, parece encontra um lugar no mundo e amigos para compartilhar as novas descobertas que vão surgindo em sua nova vida, é assim que Coronel, Takumi, Lara e Alasca tornam-se o novo (e primeiro) ciclo de amizade de Miles, cada um com uma personalidade diferenciada, mas que sabem como funcionam as coisas na escola.
            Neste ponto conhecemos a tão famosa Alasca, fascínio de muitos, uma garota temperamental, extrovertida, linda e enigmática que cativa o coração de todos. Muito jovem Alasca perdeu sua mãe e o fato de não ter tido a iniciativa de ligar para a emergência quando a viu entra em convulsão a atormenta em todos os seus dias.
        O livro é dividido em duas partes: o antes e o depois da morte Alasca. O antes está exclusivamente baseado na vivência de Miles e de seus novos amigos na escola, o depois centra-se na tentativa do grupo de descobrir o que teria causado a morte de Alasca, teria sido um acidente comum de carro ou um suicídio para da fim ao "labirinto"? 
            Achei interessante a forma como o autor abordou os temas do cigarro e da bebida, embora ache que tudo ficou muito banalizado, mesmo assim as reflexões feitas pelo autor são de fundamental importância para nos mostrar o quanto essa fase do desenvolvimento acarreta questionamentos importantes para continuar vivendo em nossa sociedade (talvez esteja exagerando, mas sempre estou me questionando sobre o que vivi neste período e no quanto isso afeta ou afetou quem sou hoje).
            Como lidar com a culpa? O sofrimento? Quando nada mais parece fazer sentido, o melhor jeito é mesmo deixar o labirinto de uma forma rápida e definitiva? E como lidar com a perda, quando ela é tão certa e inevitável?

Por Íris Constantino
             
Algumas frases destacadas durante a leitura:

"Não dá para simplesmente ficar prolongando certas coisas para sempre. Chega um momento em que o melhor a se fazer é arrancar o Band-Aid. Isso dói, mas depois passa, e então vem o alívio."

"Não posso ser uma dessas pessoas que ficam sentadas falando que pretendem fazer isso e aquilo. Eu vou fazer e pronto. Imaginar o futuro é uma espécie de nostalgia."

"Acima de tudo, eu sentia a injustiça daquilo, a inegável injustiça de amar alguém que talvez também me amasse, mas que agora não podia fazer nada porque estava morta."

OBS: Há boatos de que  livro será adaptado em uma série de 8 capítulos, corram para ler!!

quarta-feira, 9 de maio de 2018

O médico e o monstro - Robert Louis Stevenson


Título: O Médico e o Monstro
Autor: Robert Louis Stevenson

Editora: Hedra
Ano: 2012
Número de páginas: 114

É comum ouvirmos por aí que o ser humano possui uma personalidade múltipla ou, como diriam alguns, que nos utilizamos de máscaras para nos adaptarmos a cada espaço. Independentemente da definição para esta verdade, somos formados por dois lados distintos: o bem e o mal.
E se fosse possível criar uma substância com a qual fosse pudéssemos separar essas duas partes do ser humano? Quais seriam os resultados?
O médico e o monstro, clássico da literatura inglesa, nos conta a história de Henry Jekyll, médico bem sucedido e de grande importância na sociedade britânica e que, por este motivo, se sente obrigado a aprisionar o lado mais obscuro de sua constituição humana. Sendo assim, fica em abstinência de seus desejos "inconfessáveis".
Na tentativa de separar estas duas partes de si mesmo, o Dr. Jekyll cria uma certa substância capaz de externar seu lado obscuro, que por não ter sido muito desenvolvido em sua vida, acaba por ser hum homem de baixa estatura, deformando e inescrupuloso, que possui em sua expressão a mais completa hostilidade e falta de caráter possível a uma pessoas. É assim que tomamos conhecimento do Edward Hyde. Sendo Hyde, Jekyll consegue usufruir dos prazeres da vida sem que sua reputação sofra abalos.
Mas o que o doutor não sabia é que o gênio maligno de Hyde ultrapassaria todos os limites e mataria Sir Danvers Carew, e que começaria a ter controle sobre as transformações dos dois. Henry entra em desespero e definha a cada dia tentando aprisionar em si mesmo "o filho do inferno" que despertara e trouxera ao mundo.
Sabemos por fim que a consciência virtuosa de Jekyll morre deixando para trás apenas Hyde e que este comete suicídio antes que seja capturado pela polícia por seu crime e condenado a forca.
O livro é incrível, apesar de curtinho, é uma leitura prazerosa e nos faz questionar sobre nossa essência enquanto seres humanos. Até que ponto estamos dispostos a dar vasão aos nossos sentimentos e desejos mais profundos e aonde estes nos levariam?

Por Íris Constantino
Frases destacadas durante a leitura:
"Eu arrisco a suposição de que o homem acabará sendo reconhecido como uma assembleia de inquilinos múltiplos, incongruentes e autônomos" "Comecei a perceber, mais profundamente do que alguém jamais afirmou fazê-lo, a trêmula imaterialidade, a transitoriedade de névoa deste corpo aparentemente tão sólido que nos serve de vestimenta"
"Porque aprendi às minhas próprias custas que a desgraça e fardo da existência estão pousados para sempre nos nossos ombros, e quando tentamos nos ver livres deles o seu peso volta a nos oprimir com uma pressão inaudita e ainda mais terrível"

sexta-feira, 4 de maio de 2018

A Química - Stephenie Meyer






Título: A Química
Autora: Stephenie Meyer
Editora:Intrínseca
Ano: 2016
Paginas: 495

Lançado em novembro 2016, A Química é o segundo livro voltado para o público adulto da escritora americana Sthephenie Meyer. Saindo completamente da mitologia vampiresca do universo da saga Crepúsculo, pelo qual a autora se tornou conhecida, é através de seu mais novo lançamento que Meyer nos insere em uma história ficcional em que a luta pela vida e o melhor que ela pode oferecer é o ponto central.
A história gira em torno da ex-agente de uma organização secreta do governo dos Estados Unidos (tão sigilosa que não possui nem nome), Juliana Fortis, formada em medicina e especialista em conseguir informações através de “torturas limpas” e pesquisas secretas demais para o seu próprio bem. Depois da morte de seu parceiro de laboratório, Dr. Barnaby, ela sabia que viriam atrás dela em um momento ou outro e, para proteger a si mesma, foge de sua vida, deixando pessoas furiosas atrás dela que a querem morta.
Após três anos de fuga contínua, duas vezes o “departamento” quase a alcançou, mas, sempre precavida, conseguira escapar deixando o mínimo de rastros para trás. Um dia ela recebe uma mensagem de seu antigo superior lhe convocando para uma reunião, ainda que temerosa ela se apresenta a Carstson e recebe a missão de interrogar um homem acusado de querer soltar uma arma biológica por toda costa do país, se o ajudasse sua dívida com o “departamento” estaria  quitada e ela estaria livre das perseguições.
O que Juliana, ou melhor, Alex não sabia era que estava se metendo em uma enrascada maior do que o previsto por ela. Daniel Beach não correspondia em nada aos arquivos que havia recebido de seu antigo chefe e todos os meios que conhecia de torturas químicas não surtiam o efeito esperado. Daniel permanecia em silêncio, sobre os planos da arma biológica.
É neste momento que as coisas começam a se complicar, no meio de suas tentativas de desvendar os segredos que pareciam não existir daquele homem estranhamente amistoso, Alex tem um encontro quase que fatal com o irmão gêmeo de Daniel, Kevin Beach, ex-agente da CIA e até então morto e que não estava nos arquivos recebidos.  Depois de lutarem percebem que estavam sedo utilizados como marionetes tanto pela CIA quanto pelo “departamento” de Alex e que Daniel era apenas um meio de fazer com dois escorpiões se enfrentassem. Os dois decidem então trabalhar juntos para pôr um fim nas ameaças que os dois estavam sofrendo.
E como não poderia ser um livro de Stephenie, precisamos de um pouco de romance, Alex e Daniel se veem  completamente atraídos um pelo outros, mas a vida de fuga e medo constante não facilita em nada a vida de ambos, e uma amizade inesperada por Kevin fazem com que a vida fugindo de riscos vire completamente para uma corrida em direção a eles. Daniel e Kevin se tornam os fardos de Alex. A médica pragmática que não sabia  como lidar com pessoas ou como se comportar diante delas foi deixada para trás.
De modo geral a história é bem envolvente em suas descrição e cenas. A autora criou mais uma personagem feminina forte  e decida de habilidades particulares que luta por aqueles que ama acima de tudo, mas, tenho que admitir, que a problemática não é tão cativante como em A hospedeira (primeiro livro adulto da autora), achei que o desfecho da história deixou um pouco a desejar, ainda assim, recomendo a leitura.

Frases que destaquei durante a leitura:
“Medo da perda e medo de ter, porque isso possibilitava a perda”
“Às vezes, a gente se agarra a um erro simplemente porque levou tempo demais para cometê-lo”
Por Íris Constantino.

Conheça  os outros livros da autora:
A Hospedeira
A saga Crepúsculo:
Livro 1: Crepúsculo
Livro 2: Lua nova
Livro 3: Eclipse
Livro 4: Amanhecer
Livro extra: A breve segunda vida de Bree Tunner